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quinta-feira, 31 de março de 2011

Peixe betta: os cuidados e o aquário ideal


Saiba como cuidar do seu peixinho betta e prolongue a vida do animal

Peixe Betta
As crianças adoram ganhar peixe betta de presente. Aproveite que é um peixe fácil de cuidar
Foto: Dreasmtime


Por causa da beleza, o peixe betta é muito procurado para aquários domésticos. Poucos sabem, no entanto, do que ele realmente precisa para nadar de forma saudável. À primeira vista, o peixe betta nem é tão exigente: três bolinhas de ração específica bastam para matar sua fome. O aquário não precisa ser imenso, nem ter filtros de limpeza.
Só um detalhe é fundamental e pouca gente cuida disso: para que esse peixe com fama de brigão viva bem, ele deve se sentir em casa. Ou seja, como o betta veio dos arrozais do Tibete, o aquário deve imitar esse ambiente com algas, pedras e areia. "Quando deixado só na água, sem nada, o peixe pode se estressar, desenvolver doenças e até morrer", diz o especialista Luiz Fernando Duboc.

Por que o peixe betta precisa ficar sozinho?
Não caia na besteira de lhe arrumar um companheiro - ou companheira. O betta só fica bem na solidão. Todo o cuidado com a convivência é pouco até mesmo na hora de reproduzir. "A fêmea deve ser colocada dentro de um vidro com água e esse recipiente, por sua vez, deve ficar mergulhado no aquário", ensina o biólogo Guilherme Abbad Silveira, de Brasília. Ele vai ficar batendo no vidro enquanto se acostuma com a ideia de ter a outra por perto - e essa distância é mantida por algum tempo.
O encontro amoroso é rápido, sem dar tempo para desentedimentos. Assim que a fêmea desova, precisa ser retirada do aquário. É o macho que, então, constrói o ninho na superfície, produzindo bolhas com muco que servirão de abrigo para os filhotes. Não se assuste: o aquário até vai parecer sujo. A limpeza, nesse período de dois dias, deve ser feita com uma espécie de aspirador próprio, capaz de retirar impurezas só do fundo, sem comprometer o ninho. Aliás, mesmo quando o betta não se prepara para ser pai, o aquário deve passar por uma faxina três vezes por semana. Nessas horas, o certo é preservar parte da água para não alterar o pH, trocando só o restante.
"Tudo isso é muito importante para prolongar a vida do animal", garante Luiz Fernando Duboc. O cuidado com a moradia do seu novo amigo é o mais importante. Afinal, tudo é controlado pela água, e a queda da sua qualidade pode mexer com as condições fisiológicas do bicho. "Quando vive em um aquário com todos esses cuidados, o peixe se torna mais bonito", afirma o biólogo Alberto Carvalho Peret.


Conheça a espécie:


Nome científico: Betta splendens
Nome popular: Betta
De onde veio: dos arrozais do sudeste asiático, especialmente aqueles na região do rio Mekong, no Tibete
Características: o macho é normalmente maior e tem uma cauda que se abre quando se sente ameaçado. A fêmea tem uma cauda comum, relativamente pequena

O aquário ideal:

. Dimensões: 15 cm (comprimento) X 12 cm (largura) X 12 cm (altura)
. Água: 25% filtrada e o restante turva. Ou seja, só troque um quarto da água do aquário a cada limpeza
. Para completar: areia fina, algas e pedrinhas, que imitam seu habitat
do site: saude

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

7 Receitas caseiras para tratar seu bicho

Resfriado, alergia, ansiedade... Aprenda a tratar estes e outros problemas com remédios naturais

por Mariana Viktor

Conteúdo do site ANAMARIA

Cachorro no sofá
Basta pingar uma gota de chá de arruda na pele para afugentar pulgas do seu cachorro
Foto: Getty Images
1. Acabe com qualquer tipo de sarna
Remédio natural: melão-de-são-caetano(ou melão amargo)

Antes de usar essa receita tenha certeza de que é sarna mesmo. Fungo, alergia e outras doenças de pele também causam queda de pelos. Se for sarna, diariamente, por três semanas, dê um banho normal no bicho, seque com uma toalha e aplique o suco puro do melão. Deixe agir por 10 minutos (ele não pode lamber, é tóxico!), enxágue bem e seque.


2. Aumente a resistência do seu pet
Remédio natural: aveia

Se ele estiver doente, misture na ração entre 1 e 2 col. (café, chá, sobremesa ou sopa, conforme o tamanho do cão), ou até 1 col. (chá) se for um gato. Mas se ele está dodói do aparelho digestivo, a aveia pode dar diarreia! Nesse caso, use o chá das folhas.


3. Acabe com cólicas e desintoxique seu animal
Remédio natural: água de arroz e chá de erva-doce

A água de arroz ajuda a desintoxicar e o chá alivia cólicas. Lave arroz cru (use de cada vez um copo de água para cada ½ xícara de arroz comum) e separe a terceira passagem da água. Coloque numa seringa sem agulha e dê um pouquinho do líquido várias vezes ao dia. Intercale o remedinho com chá de erva-doce, que alivia as cólicas.


4. Para acalmar bichos que ficam sozinhos
Remédio natural: folhas de maracujá (passiflora)

Numa panela sem tampa, ferva por 10 minutos de 3 a 5 g de folhas de maracujá em 250 ml de água. Quando esfriar, misture esse chá na água que o animal bebe.


5. Espantar pulgas e carrapatos Remédio natural: arruda

Prepare uma infusão com 20g de folhas de arruda em 1 litro de água quente (sem ferver) e use como a última água de enxágue após o banho normal. Deixe secar naturalmente. Galhos da erva-de-santa-maria sob a cama deles agem como repelente.


6. Cicatrização mais rápida para pequenos machucados Remédio natural: couve

Coloque uma folha de couve macerada sobre Coloque uma folha de couve macerada sobre o ferimento. Mas, se ele insistir em comer o curativo, use o plano B: deixe a couve pra lá e misture 1 parte de tintura de calêndula em 2 partes de água fervida e filtrada e passe no machucado de três a quatro vezes ao dia.


7. Aliviar sintomas de gripes, resfriados e tosses
Remédio natural: guaco

O veterinário já deu o diagnóstico? Então prepare o xarope: ferva 6 folhas picadas de guaco em ½ litro de água, coe, misture o suco de 1 limão e adoce com 3 col. (sopa) de mel puro. Dê 1 col. (de chá, sobremesa ou sopa, conforme o tamanho do bicho), de três a quatro vezes ao dia.


Fonte: Elizabeth Estevão, médica veterinária, mestre em homeopatia e professora dos cursos de homeopatia e fitoterapia da Facis-Ibehe.

domingo, 29 de agosto de 2010

Raiva: proteja seu bicho da doença

Saiba o que fazer para evitar que seu cachorro ou gato contraia raiva, doença que tem muito mais casos no mês de agosto

por Carol Costa

Conteúdo do site ANAMARIA
Cachorro - Foto: Getty Images
A vacina antirrábica protege seu animal contra a raiva e é oferecida de graça no Brasil
Foto: Getty Images
Você certamente já deve ter ouvido alguém dizer que ''agosto é mês do cachorro louco''. Embora a expressão pareça uma brincadeira, como a maioria dos ditos populares, esse também se baseia em um fato verdadeiro: este é o mês em que aumentam os casos de raiva, principalmente entre os cachorros. ''Nesta época, há mais cadelas no cio. Na disputa por elas, os machos brigam, aumentando a transmissão'', explica o veterinário homeopata Marcos Fernandes, da clínica Mooca Pet Center, em São Paulo.

A doença, que não tem cura, pode ser transmitida pela saliva de animais infectados e pode causar até a morte. Confira abaixo as dicas do Dr. Marcos Fernandes para se proteger (e também seus animais) da raiva.

Raiva - tire suas dúvidas sobre a doença

O que é a raiva?
É uma doença infectocontagiosa provocada por um vírus, também conhecida pelo nome de hidrofobia, que causa a morte do animal contaminado.

Que animais podem contrair raiva? Os mamíferos, ou seja, qualquer animal que mama (cães, gatos, vacas, cavalos, morcegos, etc.) - inclusive o ser humano.

Como a raiva é transmitida?
Através do contato com a saliva contaminada. A maioria dos casos acontece por meio de mordidas de animais com raiva.

Quais os sintomas da raiva?
Medo ou aversão à água, salivação excessiva e distúrbios neurológicos como convulsões, tonturas, dificuldade para caminhar e falta de coordenação motora. Os sintomas são os mesmos para bichos e pessoas.

Existe tratamento para raiva?
A raiva não tem tratamento. Quando o diagnóstico é confirmado, o cão ou gato infectado precisa ser sacrificado, no próprio consultório veterinário.

A raiva pode matar seres humanos também?
Há relatos de pessoas que sobreviveram à doença, mas tiveram sequelas. Felizmente, o último caso confirmado de raiva no Brasil aconteceu há mais de dez anos.

O que fazer se for mordida ou arranhada por um animal suspeito de ter raiva?
A primeira coisa é procurar um hospital para avaliação médica. Se o médico entender que há probabilidade do paciente ter contraído raiva, ele fará um curativo e aplicará o soro antirrábico (que é a garantia contra a raiva). Antigamente, o paciente levava 20 injeções na barriga - hoje, é só uma.

E o dono do animal?
Ele deve levar o gato ou cachorro ao veterinário para confirmar ou não o diagnóstico de raiva. Se o cão tomou a vacina antirrábica, é praticamente nula a possibilidade de o indivíduo ou animal atacado contrair raiva.

Como protejo meu bicho de estimação da raiva?
Com vacina antirrábica, que deve ser reaplicada todo ano e é oferecida de graça nos Centros de Controle de Zoonoses. No veterinário, a aplicação custa entre R$ 20 e R$ 40. Além disso, impeça o acesso do animal à rua, especialmente em agosto.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

PERUCAS PARA GATAS

terça-feira, 20 de julho de 2010

Dicas para esquentar seu bicho no frio

Cães e gatos correm mais risco de contrair doenças no frio. Confira a seguir dicas para proteger seu bicho no inverno

por Mariana Viktor
Conteúdo do site ANAMARIA
Cachorro embaixo do cobertor
Aqueça a cama dos filhotes com uma bolsa de água morna coberta com panos quentes
Foto: Getty Images

 

Cachorro

Roupinhas são indispensáveis
Cães magros, velhinhos, de pelo curto ou que sentem dores nessa época mais fria do ano precisam usar roupinhas de inverno. Se o seu bicho arfar de calor, troque por uma roupa de tecido mais leve e verifique se a peça não está apertada. Outra opção é forrar a cama com um cobertor, colocá-la num local quente e seco e cobrir o cão à noite.

Brinque com ele!
Cachorros sedentários são mais friorentos do que os animais que se exercitam regularmente. Por isso, leve o seu bicho de estimação para passear enquanto ainda há sol e faça-o dar umas corridas atrás da bolinha.

Evite choques térmicos
Após o banho e o secador, deixe o bicho em local aquecido por pelo menos 20 minutos. E jamais largue-o no carro sozinho por muito tempo: a lataria transforma o veículo numa geladeira!

Ofereça um pouco a mais de ração
No frio, o metabolismo dos animais precisa acelerar para manter a temperatura do corpo. Por isso, é natural que seu bicho de estimação tenha mais apetite nessa época do ano. Resolva o problema oferecendo um pouquinho a mais de ração do que o habitual. Mas nada de exagerar, hein? Senão, assim que chegar a primavera, seu Totó terá de fazer uma dieta! 

Gato

Seque o pelo Pelo molhado no frio baixa a imunidade. Então, mantenha seu gato em casa o máximo possível, especialmente nas noites chuvosas. Se o danadinho for rueiro, seque o pelo com uma toalha toda vez que ele aparecer pingando.

Deixe a cama quente
Providencie uma casinha ou caixa de papelão e deixe-a no quintal, de preferência em algum lugar coberto. Forre-a com panos quentes.

Bata no capô do carro antes de sair
Quer lugar mais quentinho do que um carro recém-desligado? Como os gatos adoram tirar uma soneca no capô, antes de dar a partida, dê batidinhas na lataria para afugentar os bichanos. Também é bom pisar várias vezes no acelerador - lembre-se de fazer isso com o carro parado! O barulho certamente assustará os gatos e evitará que eles se machuquem (ou coisa pior) quando você ligar o motor.

Aves*

Não deixe a gaiola exposta ao vento e ao sol
As aves, quando acondicionadas em gaiolas, não conseguem se proteger dos raios solares ou do vento. As condições climáticas podem trazer desconforto térmico ao animal e predisposição à doenças.

Não dê banho nos pássaros
É comum que proprietários borrifem água nas aves, com o objetivo de aliviar o calor do bicho. Não faça isto! A atitude compromete a saúde do seu pássaro.

Coloque um lençol em cima da gaiola durante a noite
As mudanças bruscas de temperatura contribuem para o adoecimento das aves, especialmente quando ocorrem durante a noite. Ao colocar um lençol sobre a gaiola, você protege seu pássaro contra as variações térmicas.

Observe o comportamento do seu bicho diariamente
Os sintomas das doenças nas aves são bastante discretos no início. Desta forma, é necessária bastante atenção para perceber se algo não vai bem. Ao constatar que seu animal está com comportamento diferente, leve-o ao veterinário o mais rápido possível. Quanto antes o diagnóstico for feito, mais fácil será a recuperação.


* Fonte: Dr. Marcos Fernandes, veterinário homeopata.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Entenda o que seu cachorro quer dizer


Como decifrar os sentimentos do seu bichinho a partir das expressões faciais e do jeito como ele balança o rabo

por Lígia Menezes
Conteúdo do site VIVA!MAIS
Foto: Getty Images
Se o rabo do seu cachorro estiver levantado, com um balanço irregular e lento, significa que ele está curioso
Foto: Getty Images
Passeios diários e rotina regrada. Muitas vezes, esses requisitos não são suficientes para deixar o seu 'melhor amigo' feliz. E você fica angustiada, sem saber o que ele quer... Mas existe uma maneira de descobrir: basta entender a linguagem do bichinho. Segundo Andrea McHugh, autora do livro Como Fazer Seu Cachorro Feliz (Ed. Larousse do Brasil), os cachorros têm expressões fáceis de compreender. E mais: o balanço - ou não - da cauda também nos mostra uma série de sentimentos.

Como entender seu cão pela cara dele

. Preocupado
Além de permanecer com a boca bem fechada, afasta a cabeça de algo que viu.

. Curioso
Também com a boca cerrada, olha fixo para frente ou para algum objeto, com as orelhas levemente levantadas.

. Ouvinte
Mantém as quatro patas no chão, conserva a boca fechada e deixa as orelhas em pé. Quando esboça essas reações, o cachorrinho está tentando entender suas palavras.

. Ansioso
Abaixa a cabeça, com lábios frouxos e repuxados para trás. Isso também indica medo de algo ou alguém.

. Ameaçador
Fica com dentes e gengiva aparentes. Faz isso quando outros gestos ameaçadores (como desviar o olhar) falham.

. Agressivo:
Rosna e também mostra todos os dentes. Prepare-se, pois o próximo passo do animal é atacar.

Como entender o que ele quer dizer quando abana o rabo

Abanar o rabo mostra ao dono não apenas a felicidade do cão! De acordo com a posição e os movimentos, você pode desvendar desda curiosidade até a agressividade dele. Veja mais:

Posição do rabo - Levantado, balançando bastante
Indica - Felicidade

Posição do rabo - Levantado, com um balanço irregular e lento
Indica - Curiosidade

Posição do rabo - Entre as pernas, mas ainda se movendo com indecisão
Indica - Insegurança

Posição do rabo - Entre as pernas, parado
Indica - Medo

Posição do rabo - Parado e levantado ou na horizontal
Indica - Agressividade

Posição do rabo - Reto, baixo e imóvel
Indica - Extrema agressividade. Antes de atacar, fica imóvel para não alertar a presa.

sábado, 26 de junho de 2010

Cuidados ao tosar seu cachorro


Saiba por que é importante manter a tosa do seu cão em dia e qual é o melhor corte para prevenir doenças

por Bruna Menegueço

Conteúdo do site ANAMARIA
Foto: Getty Images
Banho e tosa em períodos regulares são
importantes para manter a higiene do animal
Foto: Getty Images
Pet shop é um salão de cabeleireiro para cachorros? Errado! Mesmo a rotina dos dois lugares sendo parecidas, banho e tosa para os animais não são apenas questões de beleza, e sim de higiene.

Pelos compridos e embaraçados abafam a pele e propiciam o aparecimento de fungos, micoses e dermatites, que podem levar à queda total dos pêlos. A tosa também previne doenças de pele, falhas na pelagem e problemas provocados por pulgas e carrapatos.


Escovar é fundamental A escovação é ainda muito mais importante para a saúde do seu animal do que a tosa.

Ela remove o pêlo morto e espalha melhor a gordura da pele, deixando os pêlos mais brilhantes. Além disso, a escova causa uma irrigação sangüínea que melhora a circulação e ativa o sistema imunológico. Você também deve escová-lo para evitar nós, pois, se não fizer isso, terá de raspar todo o corpo do seu amigão. Animais de pêlo longo devem ser escovados diariamente. Já os que têm pêlos mais curtinhos, uma vez por semana basta. Portanto, pegue a escova e capriche!


Tosa higiênica
Fique atenta: seu bichinho precisa de higiene

Esse tipo de tosa garante a limpeza da região genital e das patinhas dos cães. No caso dos machos, da barriga também. “O excesso de pêlo que fica por baixo da pata faz o animal escorregar. Já nos machos, a barriga deve ser raspada porque o pipi fica voltado para a frente. Quando ele faz xixi, seu pêlo fica sujo.” afirma o veterinário José Manoel Mouriño, da Clínica Pet Place, em São Paulo. A freqüência com que deve ser feita varia de acordo com a raça e a necessidade do cachorrinho.


Banho de carinho
É necessário encontrar um funcionário que cuide com muito cuidado de seu cachorro

Procurar um profissional especializado, que se preocupe com o bem-estar e trate seu animal com carinho, é o primeiro passo para uma boa tosa. Dele depende uma série de cuidados que podem evitar acidentes. Exemplo dessa falta de carinho é o grande número de pet shops que registram casos de queimaduras em animais. Não deixe de observar se o profissional do lugar troca as lâminas da máquina para tosar ou as resfria com freqüência. Lembre-se: quando a tosa é bem feita, o bicho não reclama.

Fique de olho no pet shop

Pelos
Veja a quantidade de pêlos espalhados pelo local. Alguns fios escondidos ali podem causar micoses.

Secador
Se a temperatura estiver muito alta, pode prejudicar os olhinhos do animal, provocar uma queimadura ou um choque térmico. A temperatura deve ser morna ou fria.

Produtos usados
Seu amigo pode ter uma intoxicação se ingerir alguns produtos. Além disso, a quantidade de perfume que passam nos cães deve ser pequena, porque pode causar alergia.

sábado, 19 de junho de 2010

Doenças mais comuns em cachorros e gatos

Doenças mais comuns em cachorros e gatos

Saiba como proteger seu animal contra doenças transmitidas por pulgas e carrapatos - elas podem até matar!

por Mariana Viktor
Conteúdo do site ANAMARIA
Foto: Getty Images
Pulgas e os carrapatos transmitem doenças que podem até matar seu bicho
Foto: Getty Images

Doenças causadas por pulgas

. DAAP
Alergia causada pela saliva da pulga. Em bichos alérgicos, basta uma picada para provocar coceira, irritação e queda de pelos. Não tem cura: é preciso exterminar as pulgas e proteger o bicho com o remédio indicado pelo veterinário.

. Verminose
Cães e gatos costumam ingerir pulgas quando se coçam com os dentes, contaminando-se com um verme que causa diarreia, cólicas e coceira no ânus. O tratamento é feito com vermífugo.

. Doença da lagartixa
É causada por um parasita e é transmitida a gatos que mordem ou comem lagartixas contaminadas. Pode causar lesões de vesícula, fígado, pâncreas, intestino e pulmões. O gato perde o apetite, vomita, tem diarreia e fica apático, sonolento. Trata-se com vermífugo.

Doenças causadas por carrapatos

. Erliquiose

O que é: infecção causada por uma bactéria que se aloja nas células.

Contágio: carrapato e transfusões de sangue contaminado.

Riscos: aumento do fígado e do baço, destruição das plaquetas e morte.

Sintomas: emagrecimento, fraqueza e, às vezes, febre. Com o avanço da infecção há sangramento pela pele, orelhas, nariz e urina, dificuldade respiratória e distúrbios neurológicos.

Tratamento: com antibióticos.

Como evitar: mantenha o cão protegido com carrapaticida aplicado sobre a pele (indicado pelo veterinário) e extermine os carrapatos do quintal (eles se escondem em arbustos, árvores secas e frestas de paredes e muros).


. Babesiose

O que é: causada por protozoários, destrói os glóbulos vermelhos.

Contágio: carrapato contaminado.

Riscos: anemia, insuficiência renal e perturbações nervosas. Pode matar.

Sintomas: palidez das mucosas, falta de apetite, desânimo.

Tratamento: com antibióticos, vitaminas e outros medicamentos receitados pelo veterinário.

Como evitar: valem as mesmas indicações de prevenção da erliquiose.

7 dicas para proteger seu bicho dos rojões

 
Foto: Getty 
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Não faça carinho no seu bicho quando ele tiver medo dos rojões
Foto: Getty Images
Os animais entram em pânico quando os rojões e fogos de artifício começam a estourar. “Cães e gatos ouvem bem melhor que os humanos. Por isso, o barulho é um incômodo para eles”, alerta o veterinário Marcelo Quinzani.


7 dicas para proteger seu animal do barulho dos rojões

1. Evite fugas
A primeira coisa a fazer nas noites de festa é fechar bem as portas e as janelas. No desespero, cães e gatos tentam fugir.

2. Crie um refúgio
Coloque seu bicho em um lugar onde ele se sinta seguro. Se puder se antecipar aos fogos, monte um refúgio com água, comida, casinha e brinquedos. Mantenha a luz acesa e, se ele estiver acostumado, deixe TV e rádio ligados. Converse um pouco e faça carinho.

3. Jamais ofereça a comida da ceia
Cuidado redobrado nas comemorações de fim do ano. Pode até ser que o peru esteja divino e a maionese seja light... Mas nada de dar ao seu bicho a comida da ceia de Natal ou de réveillon! Problemas de digestão, somados ao pânico que ele sente dos rojões, podem levá-lo à morte! Alimente-o com a ração de costume e ofereça água. Evite até dar os biscoitinhos dele.

4. Solte a coleira
Não deixe seu cachorro ou gato na coleira. Muitos animais, quando presos, morrem por enforcamento, no desespero de fugir dos fogos e rojões. Se precisar isolá-lo, deixe-o fechado num quartinho.

5. Acalme-o
Homeopatia, florais e acupuntura podem diminuir o medo e a ansiedade do seu animal. Mas esses tratamentos devem ser feitos ao longo do ano. Em casos graves, o veterinário pode aplicar um sedativo.

6. Deixe o bicho no canto dele
Se ele se esconder deixe-o no cantinho que ele escolheu. Provavelmente ele se sente seguro ali.

7. Não faça carinho
Ele entenderá o gesto como aprovação e vai achar que é certo ter medo do barulho. Fique ao lado dele sem paparicá-lo.