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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Linfogranuloma Venéreo

Conceito
O Linfogranuloma venéreo caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão genital (lesão primária) que tem curta duração e que se apresenta como uma ulceração (ferida) ou como uma pápula (elevação da pele). Esta lesão é passageira (3 a 5 dias) e frequentemente não é identificada pelos pacientes, especialmente do sexo feminino. Após a cura desta lesão primária, em geral depois de duas a seis semanas, surge o bubão inguinal que é uma inchação dolorosa dos gânglios de uma das virilhas (70% das vezes é de um lado só). Se este bubão não for tratado adequadamente ele evolui para o rompimento espontâneo e formação de fístulas que drenam secreção purulenta.

Sinônimos
Doença de Nicolas-Favre, Linfogranuloma Inguinal, Mula, Bubão.

Agente
Chlamydia trachomatis.

Complicações/Consequências
Elefantíase do pênis, escroto, vulva. Proctite (inflamação do reto) crônica. Estreitamento do reto.

Transmissão
Relação sexual é a via mais frequente de transmissão. O reto de pessoas cronicamente infectada é reservatório de infecção.

Período de Incubação
7 a 60 dias.

Diagnóstico
Em geral o diagnóstico é feito com base nas manifestações clínicas (íngua, elefantíase genital, estenose uretral etc) sendo ocasional a necessidade de comprovação laboratorial (teste de fixação de complemento, cultura, biópsia etc).

Tratamento
Sistêmico, através de antibióticos. Aspiração do bubão inguinal. Tratamento das fístulas

Prevenção
Camisinha. Higienização após o coito.

Fotos

BUBÃO INGUINAL
Bubão inguinal.



LESÃO PENIANA Lesão ulcerada do pênis.



ELEFANTÍASE ESCROTAL Elefantíase da bolsa escrotal (saco).

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

GONORRÉIA



Células infectadas pela gonorréia
A gonorréia é também conhecida pelos nomes: blenorragia, uretrite gonocócica, esquentamento, corrimento, escorrimento e pingadeira. É uma doença causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que afeta, principalmente, a uretra, tanto de homens quanto de mulheres.

Como é uma DST (doença sexualmente transmissível), a prática sexual desprevenida - inclusive anal e oral - é uma forma de transmissão. Assim, ânus e faringe podem, também, se comprometer. A probabilidade de contaminação após o relacionamento com um parceiro doente é de 90%.

Bebês correm o risco de serem infectados por suas mães, no momento do parto, apresentando danos oculares.

Algumas mulheres podem ter a doença sem, no entanto, apresentarem sintomas. Estes aparecem aproximadamente dez dias após o contato. Nestas, dores na região inferior do abdome, hemorragia e dor ao urinar podem aparecer. Nos homens, inflamação, incômodo ao urinar e secreção com pus – características semelhantes às que ocorrem quando há infecção anal. Ínguas na região da virilha podem aparecer.

Raramente, a bactéria se dissemina pela circulação sanguínea. Tal fato pode desencadear danos à epiderme, articulações, cérebro, faringe, olhos e válvulas cardíacas.


O diagnóstico é feito pela análise do histórico do paciente e exame da secreção. O tratamento é feito com o uso de antibióticos, geralmente em dose única. A penicilina deixou de ser utilizada em razão da grande resistência que as bactérias adquiriram a ela. No caso da gonorréia ocular, chamada conjuntivite gonocócica, é acrescido o uso de colírios de nitrato de prata.

Muitos postos de saúde distribuem as medicações gratuitamente.

Relações sexuais e bebidas alcoólicas devem ser evitadas neste período e por mais uma semana após o tratamento. Os parceiros de pessoas infectadas devem, também, se consultar, a fim de verificar se houve contágio.

Não tratada de forma correta, pode causar infecção dos órgãos do sistema genital, com condições de originar esterilidade.


O uso da camisinha (ou abstinência sexual) e o pré-natal são as únicas formas de evitar a gonorréia.
O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
A automedicação pode ter efeitos indesejados e imprevistos, pois o remédio errado não só não cura como pode piorar a saúde.


Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola

CLAMÍDIA


Chlamydia trachomatis: a bactéria causadora da clamídia
A clamídia é uma doença infecto-contagiosa que pode atingir homens e mulheres sexualmente ativos, nas mulheres pode se manifestar de forma assintomática.

O agente transmissor é a bactéria Chlamydia trachomatis. Ela atinge a uretra e outros órgãos genitais conferindo ardor, dor ao urinar, aumento do número de micções e, em alguns casos, corrimento translúcido, principalmente ao amanhecer. Este pode se apresentar abundante e com pus, em alguns casos mais raros.

Esta é uma DST (doença sexualmente transmissível), transmitida em relações sem o uso de preservativos com parceiro portador. O período de incubação é de aproximadamente quinze dias entre a relação sexual e o aparecimento dos sintomas. Durante este período, o portador já pode ser capaz de transmitir a doença.

Não há registro de casos de clamídia congênita (transmissão vertical, da mulher grávida para o feto). Entretanto, mães infectadas podem contaminar seus filhos no momento do parto, que podem contrair conjuntivite (oftalmia neonatal) ou mesmo pneumonia. Partos prematuros podem ocorrer.

Além do que já foi citado, a infecção pode causar também, nas mulheres, dor no baixo ventre, sangramento após a relação sexual, câimbra, tontura, vômito, e febre. Nos homens, pode haver inflamação das estruturas próximas à uretra, como epidídimos, testículos e próstata.

Na ausência de tratamento, indivíduos do sexo masculino podem ter suas uretras estreitadas. Já os do sexo feminino, gravidez nas trompas, parto prematuro e até esterilidade. Ambos correm o risco de sofrerem de infertilidade e passam a ter maior probabilidade de serem infectados pelo vírus da AIDS.

O diagnóstico consiste na coleta de material por esfregaço na uretra ou colo do útero, para que sejam feitos exames de imunofluorescência direta, a fim de identificar o agente infeccioso.

Por se tratar de uma doença sexualmente transmissível, o uso de camisinha (mesmo em sexo anal ou oral) e higiene pós-coito são medidas necessárias quanto à prevenção.

O tratamento consiste no uso de antibióticos e deve envolver tanto o paciente quanto seu (s) parceiro (s). A abstinência sexual é indicada.

Pelo fato de haver grandes chances de reinfecção, recomenda-se que novos exames sejam feitos entre três e quatro meses após o término do tratamento.
O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
A automedicação pode ter efeitos indesejados e imprevistos, pois o remédio errado não só não cura como pode piorar a saúde.


Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Triconomas


Triconomas

O que é?
Infecção dos órgãos sexuais e do aparelho urinário do homem e da mulher, transmitida através de relação sexual.

Como identificar?
Secreção amarelada e mal-cheirosa.

Tratamentos:
Antibiótico oral e local (na mulher)

Período de Incubação:
10 a 30 dias, em média.

Complicações / Conseqüências:
Inflamação dos órgãos genitais

Prevenção:
Camisinha usada adequadamente, do início ao fim da relação.

AIDS - HIV


AIDS - HIV .AIDS - HIV .AIDS - HIV

O que é AIDS?
AIDS é a sigla da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, provocada por uma vírus chamado HIV.

O HIV pode contaminar indivíduos que se envolvem em situações de risco sem proteção. Essas situações estão muito bem definidas e caracterizadas, sendo, portanto, facilmente evitáveis.

Em casos de AIDS, manifestam-se diversas doenças, porque o sistema de defesa do organismo humano fica desorganizado pela ação do HIV.
Como pode ser transmitida?
Através de três maneiras muito bem definidas e caracterizadas:
1- Contato com esperma e secreção vaginal (líquidos que estão presentes no corpo do homem e da mulher no momento da transa) contaminados, em práticas sexuais com penetração sem o uso da camisinha;

2- Contato com sangue contaminado, seja através de transfusões, seja através do compartilhamento de agulhas e seringas, principalmente entre usuários de drogas injetáveis;

3- Da mãe para criança durante a gestação, parto e aleitamento.
E como pode ser evitada a sua contaminação?
1- No caso de prática sexual com penetração, seja anal, vaginal ou oral, use sempre camisinha de forma correta. Sabendo usar o preservativo você diminui sensivelmente a possibilidade de rompimento;

2- Pratique sempre sexo mais seguro, que são formas de transar através das quais você não entra em contato com esperma, secreção vaginal ou sangue;

3- Exija sangue previamente testado nas transfusões, seja em hospitais públicos ou privados;

4- Dê preferência a agulhas e seringas descartáveis, nessa impossibilidade, as esterilize no calor ou com água sanitária, principalmente no uso de drogas injetáveis.
Importante:

-Não há nenhum risco de se contrair o HIV nos contatos de convívio familiar, social ou profissional. Por isso, não tenha receio de conviver com alguém que tenha HIV ou AIDS.

-Faça sempre uso de sexo mais seguro nas suas transas. Assim, você continua sentindo prazer e elimina o risco de contaminação pelo vírus da AIDS.

-Seja criativo, não deixe de sentir prazer por medo do vírus. Se não houver camisinha, invente outra forma de transar. Negocie com o seu parceiro (a) uma outra maneira de ser feliz no sexo, sem riscos.

Herpes Genital



Herpes

O que é?
Lesões em forma de pequenas bolhas agrupadas que, em 4-5 dias, se transformam em feridas, e que se cicatrizam espontaneamente. As lesões são muito dolorosas e precedidas por vermelhidão local.

Tratamentos:
Ainda não existe tratamento eficaz para curar o herpes, apenas para diminuir os efeitos e a frequência das crises.

Período de Incubação:
Indeterminado

Complicações / Consequências:
Infecção recorrente (vem, melhora e volta) causada por um grupo de vírus. É transmitida, na maioria das vezes, por relação sexual, mas também pode ser transmitida por roupas íntimas, toalhas etc.

Como identificar?
Aborto espontâneo, parto prematuro, infecções nos órgãos genitais e no aparelho urinário.

Prevenção:
Uso da camisinha.

sábado, 6 de novembro de 2010

CANCRO MOLE

O que é?
O Cancro Mole (Ulcus molle) é uma infecção sexual muito contagiosa causada pela bactéria Haemophilus Ducreyi e também pode ser denominada Úlcera Mole, Cancro Venéreo Simples, Cancro sifílitico mole, Cavalo e Cancróide.
É uma infecção endémica das regiões tropicais e subtropicais e facilita a transmissão do VIH.
O Haemophilus Ducreyi é um pequeno bacilo anaeróbio facultativo, com dimensões de 1,5 x 0,5 micrómetros, com tendência à formação de cadeias (estreptobacilos), sensível aos desinfectantes, imóvel e difícil de cultivar em laboratório. O seu nome deriva do bacteriologista Ducrey, que foi o primeiro a vizualizá-la, em 1889.
Apesar do nome, o Cancro mole não é uma neoplasia (cancro), mas sim uma doença infecciosa.

TransmissãoÉ exclusivamente transmitida através do contacto sexual com uma pessoa infectada, podendo ser transmitida desde o início das lesões até à sua cicatrização

Sintomatologia
A infecção tem um período de incubação entre 3 a 14 dias (contudo, pode chegar às 3 semanas), aparecendo depois bolhas pequenas e dolorosas que rompem em 2 ou 3 dias, formando úlceras superficiais. As bolhas podem aumentar de tamanho e unir-se entre si.
O Cancro mole tem uma base mole, avermelhada, muito doloroso, com fundo purulento amarelo-esverdeado, sangra facilmente, de forma irregular e com dimensões entre 1 e 50 mm.
É muito frequente, especialmente no sexo masculino, os gânglios linfáticos da virilha ficarem muito sensíveis, aumentando de tamanho e unindo-se, formando um abcesso, que acaba por rasgar-se, derramando o pus sobre a pele.
No homem, localiza-se essencialmente na glande do pénis, escroto ou lados do pénis; Na mulher, pode apresentar múltiplas lesões nos pequenos e grandes lábios. São raras lesões extra-genitais.
Acontece com frequência a co-infecção do cancro mole e da sífilis.



Diagnóstico
O diagnóstico desta infecção baseia-se no seu aspecto clínico e nos resultados das análises quanto a outras causas de úlcera.
São recolhidas amostras de pus de uma lesão, isola-se a bactéria, procede-se ao cultivo e depois analisa-se com o microscópio e técnicas de bioquímica. Contudo, este é um procedimento de grande dificuldade, tornando muito complicada a confirmação de qualquer suspeita.

TratamentoOs tratamentos mais rápidos parecem ser os mais eficazes. É administrado um antibiótico ao doente, Ceftriaxona ou Eritromicina, e com uma seringa elimina-se o pus acumulado nos gânglios linfáticos inflamados.
Após o tratamento o doente deve ser controlado pelo médico durante pelo menos três meses, para que se certifique que a doença está curada.
As lesões iniciais e de pequeno tamanho podem tratar-se por meio de uma simples lavagem com água e sabão, seguida da aplicação de panos quentes, mas por vezes isto leva apenas a uma cura aparente.
A doença não desaparece sem tratamento, surgindo novas ulcerações em volta da primeira.

Prevenção
A prevençao de uma eventual infecção por Haemophilus Ducreyi passa pelo uso do preservativo durante as relações sexuais e pela manutenção de uma higiene íntima cuidada.
É muito importante proceder também ao controlo dos contactos sexuais, para proceder ao tratamento imediato dos parceiros, se infectados.
Mais, o facto de ter sofrido desta doença não confere qualquer tipo de imunidade, correndo sempre o risco de um novo contágio.



NúmerosO Cancro mole é prevalente nos países em desenvolvimento de África, ásia e América Latina. Na América do norte e na Europa é pouco frequente, observando-se pequenos surtos sobretudo em grupos de baixo nível socioeconómico e com hábitos de promiscuidade sexual. Predomina no sexo masculino, sendo a mulher muitas vezes portadora assintomática.
É muito difícil ter acesso ao número de infectados, dado que deixouu de ser uma Doença de Declaração obrigatória em 1999, contudo, segundo dados da Direcção Geral de Saúde, a taxa de incidência média em Portugal entre 1992 e 1996 foi 0,05.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

CANCRO DURO - SÍFILIS

Conceito
Doença infecto-contagiosa sistêmica (acomete todo o organismo), que evolui de forma crônica (lenta) e que tem períodos de acutização (manifesta-se agudamente) e períodos de latência (sem manifestações). Pode comprometer múltiplos órgãos (pele, olhos, ossos, sistema cardiovascular, sistema nervoso). De acordo com algumas características de sua evolução a sífilis divide-se em Primária, Secundária, Latente e Terciária ou Tardia. Quando transmitida da mãe para o feto é chamada de Sífilis Congênita.

O importante a ser considerado aqui é a sua lesão primária, também chamada de cancro de inoculação (cancro duro), que é a porta de entrada do agente no organismo da pessoa.

Sífilis primária: trata-se de uma lesão ulcerada (cancro) não dolorosa (ou pouco dolorosa), em geral única, com a base endurecida, lisa, brilhante, com presença de secreção serosa (líquida, transparente) escassa e que pode ocorrer nos grandes lábios, vagina, clítoris, períneo e colo do útero na mulher e na glande e prepúcio no homem, mas que pode tambem ser encontrada nos dedos, lábios, mamilos e conjuntivas. É frequente também a adenopatia inguinal (íngua na virilha) que, em geral passa desapercebida. O cancro usualmente desaparece em 3 a 4 semanas, sem deixar cicatrizes. Entre a segunda e quarta semanas do aparecimento do cancro, as reações sorológicas (exames realizados no sangue) para sífilis tornam-se positivas.

Sífilis Secundária: é caracterizada pela disseminação dos treponemas pelo organismo e ocorre de 4 a 8 semanas do aparecimento do cancro. As manifestações nesta fase são essencialmente dermatológicas e as reações sorológicas continuam positivas.

Sífilis Latente: nesta fase não existem manifestações visíveis mas as reações sorológicas continuam positivas.

Sífilis Adquirida Tardia: a sífilis é considerada tardia após o primeiro ano de evolução em pacientes não tratados ou inadequadamente tratados. Apresentam-se após um período variável de latência sob a forma cutânea, óssea, cardiovascular, nervosa etc. As reações sorológicas continuam positivas também nesta fase.

Sífilis Congênita: é devida a infecção do feto pelo Treponema por via transplacentária, a partir do quarto mes da gestação. As manifestações da doença, na maioria dos casos, estão presentes já nos primeiros dias de vida e podem assumir formas graves, inclusive podendo levar ao óbito da criança.

Sinônimos
Cancro duro, cancro sifilítico, Lues.

Agente
Treponema pallidum

Complicações/Consequências
Abôrto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, endometrite pós-parto. Infecções peri e neonatal. Sífilis Congênita. Neurossífilis. Sífilis Cardiovascular.

Transmissão
Relação sexual (vaginal anal e oral), transfusão de sangue contaminado, transplacentária (a partir do quarto mês de gestação). Eventualmente através de fômites.

Período de Incubação
1 semana à 3 meses. Em geral de 1 a 3 semanas.

Diagnóstico
Pesquisa direta do agente nas lesões. Exames sorológicos (VDRL, FTA-ABS etc)

Tratamento
Medicamentoso. Com cura completa, se tratada precoce e adequadamente.

Prevenção
Camisinha pode proteger da contaminação genital se a lesão estiver na área recoberta. Evitar contato sexual se detectar lesão genital no(a) parceiro(a).

Fotos

Lesão localizada no pênis (glande)


Lesão localizada na vulva (grandes lábios)




CRÉDITOS:
http://www.dst.com.br/index.php

DST

AMIGAS E AMIGOS QUE ACOMPANHAM ESSE BLOG, A PARTIR DE HOJE,  ESTAREI POSTANDO EM UMA NOVA SEÇÃO.  ASSUNTO RELACIONADO A DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS.  PORQUE CUIDAR DO NOSSO BEM ESTAR SEM QUE TENHAMOS QUE NOS DESTRUIR, É UMA PRIORIDADE.  PORTANTO, OS ASSUNTOS SOBRE DST, PODERÃO TER FOTOS, DIGAMOS:  CHOCANTES..., ASSIM QUE É A REALIDADE!!!  VAMOS FAZER SEXO COM PRAZER E MUITA RESPONSABILIDADE, SEM DESTRUIR NOSSO CORPO E NOSSA VIDA. PS: OS ASSUNTOS POSTADOS AQUI SÃO DE PESQUISAS NA NET.