quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

2 PIADAS

Coisa de Portugues
- Dois portugueses conversando num bar:
- Joaquim, descobri que minha esposa estava a me trair… com um galo!
- Com um galo?! Como assim?
- É que ontem, abri o travesseiro e estava cheio de penas
- Pois! Agora que estás a me dizer isso, penso que minha esposa está a me trair com um cavalo!
- Com um cavalo? Mas não pode ser!
- Pois sim! É que outro dia, olhei debaixo da cama e vi um jóquei

O remédio
Entra um senhor desesperado na farmácia do Siqueira e grita:
- Rápido, me dê algo para a diarréia! Urgente!
O Siqueira, que era novo no negócio, fica muito nervoso e lhe dá o remédio errado.
O senhor, com muita pressa, pega o remédio e vai embora.
Um tempo depois, o dono da farmácia o Siqueira mané, se dá conta que por engano e inexperiência, deu ao senhor um remédio para os nervos.
Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarréia, e o Siqueira lhe diz:
- Mil desculpas senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento
para os nervos ao invés de algum remédio para diarréia. Como o senhor
está se sentindo?
O homem responde:
- Cagado, mas tranqüilo…

Linfogranuloma Venéreo

Conceito
O Linfogranuloma venéreo caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão genital (lesão primária) que tem curta duração e que se apresenta como uma ulceração (ferida) ou como uma pápula (elevação da pele). Esta lesão é passageira (3 a 5 dias) e frequentemente não é identificada pelos pacientes, especialmente do sexo feminino. Após a cura desta lesão primária, em geral depois de duas a seis semanas, surge o bubão inguinal que é uma inchação dolorosa dos gânglios de uma das virilhas (70% das vezes é de um lado só). Se este bubão não for tratado adequadamente ele evolui para o rompimento espontâneo e formação de fístulas que drenam secreção purulenta.

Sinônimos
Doença de Nicolas-Favre, Linfogranuloma Inguinal, Mula, Bubão.

Agente
Chlamydia trachomatis.

Complicações/Consequências
Elefantíase do pênis, escroto, vulva. Proctite (inflamação do reto) crônica. Estreitamento do reto.

Transmissão
Relação sexual é a via mais frequente de transmissão. O reto de pessoas cronicamente infectada é reservatório de infecção.

Período de Incubação
7 a 60 dias.

Diagnóstico
Em geral o diagnóstico é feito com base nas manifestações clínicas (íngua, elefantíase genital, estenose uretral etc) sendo ocasional a necessidade de comprovação laboratorial (teste de fixação de complemento, cultura, biópsia etc).

Tratamento
Sistêmico, através de antibióticos. Aspiração do bubão inguinal. Tratamento das fístulas

Prevenção
Camisinha. Higienização após o coito.

Fotos

BUBÃO INGUINAL
Bubão inguinal.



LESÃO PENIANA Lesão ulcerada do pênis.



ELEFANTÍASE ESCROTAL Elefantíase da bolsa escrotal (saco).

Rebite ou Bolinha

É uma droga derivada de anfetaminas que estimula o sistema nervoso central fazendo com que ele tenha um ritmo mais acelerado de trabalho. Seu nome varia de acordo com seus usuários.
São usadas por motoristas, em razão da necessidade de dirigir bastante entre dias e noites sem descanso, por estudantes que passam dias e noites estudando e por pessoas que querem emagrecer por conta própria.
Normalmente são ingeridos com bebidas alcoólicas para potencializar seu efeito. Conhecida pelos motoristas como rebite e pelos estudantes e outros como bolinha, a droga é sintética, ou seja, é produzida em laboratório. Algumas podem até ser comercializadas como remédios.
O rebite afeta várias áreas comportamentais do organismo. A pessoa apresenta um quadro de insônia, perda de apetite, fala rápida, sente-se revigorado, fazendo com que o organismo trabalhe de forma excessiva e ácida de suas condições reais.
Após passado o efeito, muitos tomam outra dose para continuar seus afazeres, porém a droga passa a ter sua eficiência reduzida pelo fato de que o organismo já está cansado, fraco e sem condições de manter o pic desejado.
Entre os efeitos já citados, podemos ainda mostrar o que ela inda pode fazer no organismo. A droga produz a dilatação dos olhos causando maior ofuscamento, taquicardia, aumento da pressão sanguínea, agressividade, irritação, delírio persecutório, alucinações, paranoia, palidez e degeneração das células cerebrais.
O uso contínuo dessa droga leva o organismo a acostumar-se com tal substância, fazendo com que o usuário tome doses cada vez maiores. Tal fato atenta para o vício e para a síndrome da abstinência. Algumas pessoas quando não consomem a droga ficam depressivas ou irritadas, entretanto, não é uma regra geral.

Garotas que menstruam cedo são mais propensas à depressão

DO SITE: TERRA

Segundo duas unversidades da Inglaterra, meninas que começam a menstruar antes dos 12 anos estão mais propensas a desenvolver depressão na .... Foto: Getty Images Segundo duas unversidades da Inglaterra, meninas que menstruam antes dos 12 anos estão mais propensas a desenvolver depressão na adolescência
Foto: Getty Images

Patricia Zwipp
Meninas que começam a menstruar antes dos 12 anos estão mais propensas a desenvolver depressão na adolescência. Essa conclusão é de um estudo da Universidade de Bristol e da Universidade de Cambridge, ambas na Inglaterra.
A equipe analisou 2.184 garotas, nas seguintes idades: 10 anos e meio, 13 e 14. Em média, as participantes começaram a menstruar aos 12 e meio. As que tiveram a menarca antes dos 11 e meio mostraram os maiores níveis de sintomas da neurose aos 13 e 14; e as que a apresentaram depois dos 13 e meio, os menores.
A cientista Carol Joinson disse ao jornal Daily Mail que as jovens que amadurecem mais cedo podem se sentir isoladas e mal preparadas para as mudanças hormonais. Os pesquisadores acrescentaram que é possível que quem menstrua depois da média possa sofrer níveis similares de incômodos psicológicos na fase adulta.

Mal de Alzheimer: principais causas e cuidados

Saiba mais sobre o mal de Alzheimer, doença que causa perda de memória e atinge 5 em cada 100 idosos com mais de 70 anos

por Lorena Verli e Roberta Cerasoli
Conteúdo do site ANAMARIA
Destaque da Matéria
5 em cada 100 brasileiros acima dos 70 anos têm Alzheimer
Foto: Getty images
Perda de memória, dificuldade para realizar atividades simples, mudanças de humor e comportamento agressivo. Muitos acham que esses sintomas são "coisas de velho", mas eles podem ser sinais do mal de Alzheimer, doença que ataca o cérebro e não tem cura.

Segundo a psiquiatra Rita Ferreira, do Hospital das Clínicas de São Paulo, é possível prevenir o surgimento desse mal. "Atividades físicas, dieta saudável e controle de doenças como diabetes reduzem os riscos", explica. Já quem fuma e bebe álcool tem mais chances de desenvolver a doença.

De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer, 5 em cada 100 idosos com mais de 70 anos são atingidos por esse mal. E essa porcentagem aumenta conforme a idade.
Destaque da Matéria
O Alzheimer não tem relação com o uso do cérebro
Foto: Dreamstime

7 dúvidas sobre o Alzheimer


1. O que causa a doença? A causa é desconhecida, mas os cientistas já descobriram que ela não é provocada por envelhecimento ou infecções, nem tem relação com o uso do cérebro.

2. Como é descoberta? Por meio de testes que avaliam juízo, atenção, percepção, memória, raciocínio, imaginação, pensamento e linguagem. Outros exames, como tomografia cerebral e ressonância magnética, também ajudam a confirmar a doença.

3. Há algum tratamento? Sim, feito com remédios e terapias específicas para reabilitar as funções neuropsicológicas. O tratamento é fundamental e deve ser iniciado o mais rápido possível, para deter o avanço da doença.

4. Tenho um parente com Alzheimer, devo me prevenir? Sim. Fique atenta aos sintomas e procure um médico caso perceba algum sinal da doença.

5. E se ele não me reconhecer nunca mais? Há quem viva uma perda semelhante ao luto, que tende a piorar com a evolução da doença. Procure um psicólogo ou converse com o médico do paciente para enfrentar essa situação dolorosa.

6. O que digo às crianças quando o avê delas não as reconhecer? Fale a verdade. Conte a elas que o vovô tem uma doença que o faz perder a memória. Mesmo assim, estimule seu filho a participar de atividades junto ao avô.

7. Como deixar o paciente mais confortável? Ao perder a memória, o doente pode se sentir muito confuso. Por isso, não insista nem pressione para que ele se lembre de alguma coisa, só ajude-o a se situar no momento presente. Se nada adiantar, convide-o para dar um passeio e mude de ambiente. Sua postura é o que fará a diferença.
Destaque da Matéria
Aprenda a contar para as crianças quando os avós estão com Alzheimer
Foto: Getty images

Aprenda a cuidar de um paciente


5 atitudes que ajudam o doente a se sentir confortável...

- Estabeleça rotinas Elas representam uma segurança para o paciente.

- Incentive a independência Faça as coisas com o idoso e não por ele. Respeite-o e preserve sua capacidade atual de realizar atividades cotidianas, como lavar louça ou fazer compras.

- Evite confrontos Por mais que algumas atitudes pareçam de propósito, lembre-se de que a doença causa agitação e agressividade no paciente.

- Perguntas simples Evite dar várias opções de escolha. Diga "Você quer uma laranja?" em vez de "Que fruta você quer?".

- Procure manter o bom humor A gente sabe que não é fácil lidar com essa situação de forma leve e descontraída, mas o esforço é fundamental. Tente rir junto com o doente ou com as pessoas que estão ao redor, para aliviar o clima. Tente ser uma companheira compreensiva e amorosa.