sábado, 23 de abril de 2011
PIADINHAS EM FOTOS
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mulheres independentes
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18:41
PIADINHAS EM FOTOS
2011-04-23T18:41:00-03:00
mulheres independentes
FOTOS ENGRAÇADAS|
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FOTOS ENGRAÇADAS
Bioplastia de Glúteos: "Bumbum" turbinado e sem cicatriz
Depois dos seios turbinados, agora é a vez do bumbum Em busca do formato perfeito, muitas mulheres estão utilizando tratamentos especializados para deixar o corpo da maneira desejada.
Sendo um dos novos recursos da medicina estética, a bioplastia é capaz de aumentar e definir a musculatura desejada. Trata-se, na verdade, de uma associação entre a lipoplastia lipoaspiração em pequenos volumes para definir contornos e a bioplastia. Essa técnica consiste na injeção do polimetilmetacrilato, material inerte e definitivo, no grupo muscular desejado. São moléculas, como microesferas associadas a moléculas de água, capazes de moldar a musculatura , explica.
O tratamento produz um efeito natural e seus benefícios podem ser sentidos já nas primeiras aplicações O tratamento é indicado para pessoas com todos os tipos de pele, desde que não haja infecção local. Pessoas com os glúteos de todos os formatos e tamanhos podem fazer a cirurgia, mas apenas a partir dos dezoito anos , afirma o médico. Tatiana Carvalho, 21 anos, estudante de farmácia, em São Paulo, teve que esperar para turbinar o bumbum . Eu sempre me achei desbundada. Sofria muito quando colocava calça e olhava no espelho, mas tive que esperar completar 18 anos para aumentar meu bumbum. Eu amei o resultado da bioplastia , festeja.
O procedimento não deixa cicatriz. O melhor de tudo, foi ter ficado do jeito que eu queria e sem marca nenhuma. Quem olha diz que não coloquei nada. O resultado ficou bem natural , conta Tatiana. Procedimento Os procedimentos, feitos com anestesia local, podem ser realizados em consultório e não ultrapassam 60 minutos de duração. Todos os pacientes, antes da aplicação, são submetidos a testes antialérgicos para não haver contra indicações. Após o procedimento, o paciente é liberado e pode levar vida normal , explica o médico Márcio Dantas de Menezes, presidente da Associação Brasileira de Medicina Sexual e conselheiro da Sociedade Brasileira de Estética Médica.
Diferente de outras substâncias, o polimetilmetacrilato não é absorvido pelo organismo, como ocorre com a aplicação de gordura, e um procedimento bem menos agressivo que os implantes de silicone. Pode ser feito em várias sessões, com aplicações de 10ml a 20ml em cada glúteo, com resultados já na primeira sessão. Outro grande benefício do procedimento é ausência de marcas .
O uso do polimetimetacrilato é a primeira indicação em pequenos e médios aumentos de glúteos, sem provocar a perda de sensibilidade ao toque. É o procedimento mais adequado para a correção de defeitos congênitos, como depressões causadas por injeções contra celulite, cavidades e variações anatômicas provocadas pela flacidez, por falta ou diminuição de gordura em uma ou ambas as nádegas , esclarece o cirurgião.
No pós-procedimento, o uso de antibióticos e antiinflamatórios é indicado por três dias. Não há necessidade de dieta especial, só recomendo que não se faça exercícios físicos por cinco dias , aconselha o médico.
É importante deixar claro que não se deve aplicar mais de 25ml de polimetilmetacrilato (PMMA) por vez. Caso o paciente queira mais, a aplicação só poderá ser repetida após 15 dias , afirma.
O resultado do tratamento com o produto, que possui registro no Ministério da Saúde, através da Anvisa Agência Nacional da Vigilância Sanitária sob o nº 8010107001, produz um efeito natural e seus benefícios podem ser sentidos já nas primeiras aplicações.
Por:
Luana Godoy
Agência MBPress
Luana Godoy
Agência MBPress
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mulheres independentes
às
18:12
Bioplastia de Glúteos: "Bumbum" turbinado e sem cicatriz
2011-04-23T18:12:00-03:00
mulheres independentes
BELEZA|
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BELEZA
AQUI EU TRAGO PARA VOCES QUE GOSTAM DE UM BELO ROSTO, ALGUMAS FOTOS PERDIDAS NA WEB... DEPOIS TEM MAIS. E AI, QUEM DEVERIA ESTÁ POR AQUI, HEIM!?
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mulheres independentes
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17:58
2011-04-23T17:58:00-03:00
mulheres independentes
COLIRIO|
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COLIRIO
Dermatite seborreica e atópica: entenda a diferença
Você sabia que existe a dermatite seborreica e a dermatite atópica? Entenda a diferença entre elas e como tratá-las!
O estresse cotidiano tem efeito negativo na pele, diz dermatologista
Foto: Getty Images
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Segundo maior órgão do corpo, a pele é mais do que uma embalagem: é um espelho do que acontece conosco. A naturalista americana Diane Ackerman diz em seu livro "Uma História Natural dos Sentidos" (ed. Bertrand Brasil) o quanto ela é importante: "A pele respira e produz secreções, protegendo-nos contra os raios nocivos e os micróbios, isolando-nos do calor e do frio, regulando o fluxo sanguíneo, atuando como moldura para nosso tato, auxiliando-nos na atração sexual, definindo nossa individualidade."
A dermatite está entre as cinco doenças mais comuns quando o assunto é pele. Mas poucas pessoas sabem que existem dois tipos distintos de dermatite. Entenda as diferenças entre elas, e saiba mais sobre outras doenças de pele no site da CLAUDIA:
Dermatite atópica
· O que é: erupções e crostas na face, no couro cabeludo, nas mãos, nos pés, nos braços e nas pernas provocadas por inflamação crônica. A coceira é tão intensa que há risco de a pessoa se ferir e infectar as lesões. Mais comum em portadores de asma e de rinite alérgica.
· Causas: todos os estudos apontam para a genética. Banho quente e atrito da toalha podem ressecar a pele e provocar lesões.
· Emoções: o estresse agrava o problema, fazendo surgirem novas feridas e mais coceira. A dermatite atinge mais de 3,5 milhões de brasileiros.
· Tratamento: cremes ou pomadas à base de corticoides; anti-histamínico oral contra coceira; antibióticos orais se houver infecção; exposição à luz ultravioleta combinada com doses orais de psoraleno; imunomoduladores de uso local.
· Novidades: a descoberta de um fator imunológico, um desequilíbrio das células de defesa presentes entre a pele e a epiderme, alterou a abordagem da doença. Surgiram imunomoduladores, como pimecrolimus (em 2003) e o tacrolimus (em 2005), que permitem melhor controle do quadro.
A dermatite está entre as cinco doenças mais comuns quando o assunto é pele. Mas poucas pessoas sabem que existem dois tipos distintos de dermatite. Entenda as diferenças entre elas, e saiba mais sobre outras doenças de pele no site da CLAUDIA:
Dermatite atópica
· O que é: erupções e crostas na face, no couro cabeludo, nas mãos, nos pés, nos braços e nas pernas provocadas por inflamação crônica. A coceira é tão intensa que há risco de a pessoa se ferir e infectar as lesões. Mais comum em portadores de asma e de rinite alérgica.
· Causas: todos os estudos apontam para a genética. Banho quente e atrito da toalha podem ressecar a pele e provocar lesões.
· Emoções: o estresse agrava o problema, fazendo surgirem novas feridas e mais coceira. A dermatite atinge mais de 3,5 milhões de brasileiros.
· Tratamento: cremes ou pomadas à base de corticoides; anti-histamínico oral contra coceira; antibióticos orais se houver infecção; exposição à luz ultravioleta combinada com doses orais de psoraleno; imunomoduladores de uso local.
· Novidades: a descoberta de um fator imunológico, um desequilíbrio das células de defesa presentes entre a pele e a epiderme, alterou a abordagem da doença. Surgiram imunomoduladores, como pimecrolimus (em 2003) e o tacrolimus (em 2005), que permitem melhor controle do quadro.
No couro cabeludo, a dermatite seborreica pode acarretar a incômoda caspa
Foto: Getty Images
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Dermatite seborreica
· O que é: inflamação da pele que produz vermelhidão, coceira e descamação nas áreas de maior concentração de glândulas sebáceas no corpo: em torno do nariz, nas sobrancelhas, atrás da orelha, na face e no peito. No couro cabeludo, pode acarretar a incômoda caspa.
· Causas: "Não esclarecidas", diz a dermatologista Jozian Quental, autora de "Sua Pele em Boa Forma" (ed. Marco Zero). Além de maior produção de óleo, suspeita-se do fungo Pityrosporum ovale. Clima seco e alterações hormonais pioram os surtos.
· Emoções: estresse elevado deflagra os episódios. Essa dermatite atinge 18% da população mundial, a maioria entre 18 e 45 anos.
· Tratamento: xampus à base de enxofre, piritionato de zinco e cetoconazol, loções capilares com ácido salicílico, resorcina, ureia e cetoconazol, com ou sem hidrocortisona, além de prescrição de anti-inflamatórios e antifúngicos via oral.
· Novidades: laser de baixa frequência pode ser usado como coadjuvante no tratamento para reduzir a coceira e a descamação.
· O que é: inflamação da pele que produz vermelhidão, coceira e descamação nas áreas de maior concentração de glândulas sebáceas no corpo: em torno do nariz, nas sobrancelhas, atrás da orelha, na face e no peito. No couro cabeludo, pode acarretar a incômoda caspa.
· Causas: "Não esclarecidas", diz a dermatologista Jozian Quental, autora de "Sua Pele em Boa Forma" (ed. Marco Zero). Além de maior produção de óleo, suspeita-se do fungo Pityrosporum ovale. Clima seco e alterações hormonais pioram os surtos.
· Emoções: estresse elevado deflagra os episódios. Essa dermatite atinge 18% da população mundial, a maioria entre 18 e 45 anos.
· Tratamento: xampus à base de enxofre, piritionato de zinco e cetoconazol, loções capilares com ácido salicílico, resorcina, ureia e cetoconazol, com ou sem hidrocortisona, além de prescrição de anti-inflamatórios e antifúngicos via oral.
· Novidades: laser de baixa frequência pode ser usado como coadjuvante no tratamento para reduzir a coceira e a descamação.
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17:45
Dermatite seborreica e atópica: entenda a diferença
2011-04-23T17:45:00-03:00
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SAUDE
Descubra o que a cor original dos seus cabelos revela sobre a sua saúde
Loiro, castanho ou ruivo: a cor original dos cabelos pode revelar muitos detalhes importantes sobre a saúde de cada pessoa. Conheça cada um deles e proteja-se!
Mulheres de cabelo castanhos ou negros tem mais possibilidade de desenvolver melasmas
Foto: Getty Images
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São tantas tinturas e descolorantes que você mal se lembra da cor original do seu cabelo. Mas faça um esforço. O que está por baixo das tinturas revela indícios importantes sobre sua saúde.
Se você tem cabelos castanhos ou negros...
1. Apague o cigarro
Não se sabe por que a possibilidade de vício é maior entre as castanhas, mas uma provável vilã é a melanina. O pigmento evita que o fígado metabolize com rapidez as toxinas - e, quanto mais tempo elas ficarem no corpo, mais rápido o vício. Estudos em animais sugerem que a vitamina C mantém o fígado em ordem. Fumantes de cabelos castanhos devem ingerir, por dia, 75 mcg, presentes em meia laranja.
2. Escolha um antimanchas
Mulheres de fios castanhos têm maior tendência a desenvolver manchas de sol, os melasmas. Depois que as manchas estão instaladas, o indicado é usar cremes despigmentantes. A ceratose seborreica, pelinha que cresce com aspecto de verruga, também é comum, especialmente após os 50 anos. O tratamento é feito com cauterização.
3. Fique de olho no ferro
Algumas mulheres com cabelo muito escuro desenvolvem hemocromatose, um espessamento do sangue devido ao acúmulo de ferro, que também se deposita nos órgãos. Como não há formas de prevenção, faça checkups, sobretudo se tiver algum caso na família. Um simples hemograma traz indícios sobre a existência da doença, que é confirmada por testes genéticos. O tratamento é feito com retiradas periódicas de sangue - processo chamado flebotomia, que reduz a quantidade de ferro em circulação no organismo - e ingestão de agentes quelantes, que auxiliam na eliminação do ferro.
4. Segure suas madeixas
Fios escuros são mais espessos que os loiros ou ruivos e existem em menor quantidade. Logo, quando caem, deixam mais espaço. "Além disso, na falta do cabelo escuro, a rarefação fica mais evidente no contraste com a pele", explica Arthur Tykocinski, especialista em cabelo da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Lute contra a falta de cobertura comendo por dia 250 g de carne (fonte de aminoácido e zinco) e 200 g de amêndoas ou 100 g de amendoim (ricos em vitamina B7).
Loiras têm predisposição a perder a visão central
Foto: Getty Images
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Se você é loira...
1. Abra os olhos
Mulheres, mais do que homens, apresentam alto risco de desenvolver degeneração macular relacionada à idade (DMRI), doença que causa a perda da visão central. "E as loiras são geneticamente mais suscetíveis à DMRI", diz Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. Uma dieta rica nos compostos naturais luteína e zeaxantina funciona como óculos de sol naturais. Os nutrientes são encontrados em verduras verde-escuras.
2. Mergulhe no protetor
Loiras produzem menos melanina, o que deixa a pele e o couro cabeludo delas mais expostos ao risco de melanoma. "Além de conferir a cor da pele, a melanina protege contra os nocivos raios UV", diz Joel Schlessinger, presidente da Sociedade Americana de Dermatologia Cosmética e Cirurgia Estética. Compre protetor solar com FPS maior que 30 e use chapéu quando se expuser ao sol.
3. Tire o antirrugas do armário
"A pele das loiras tem forte tendência a formar rugas e rosácea, uma inflamação crônica que provoca vermelhidão. Mais uma vez, a falta de melanina é a culpada pela fragilidade", diz Regina Casz Schechtman, coordenadora da pós-graduação em dermatologia da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. A solução é usar um creme antirrugas, de preferência hipoalergênico, para evitar a rosácea.
Ruivas necessitam se proteger do sol para evitar o aparecimento de sardinhas
Foto: Getty Images
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Se você é ruiva...
1. Cuide da boca
"Uma mutação genética faz com que as ruivas sejam mais resistentes à anestesia local", diz o anestesista Daniel Sessler, da Clínica Cleveland, nos EUA. Para não berrar de dor, as ruivas precisam de até 20% mais sedativos do que as castanhas ou loiras. Mas nem por isso descuide da boca. Converse com o dentista ou tome um analgésico antes da consulta.
2. Fique atenta ao Parkinson
Um estudo feito em 2009 pela Universidade Harvard, nos EUA, concluiu que as ruivas têm 90% mais chance de desenvolver a doença, possivelmente porque a mesma mutação genética muda a cor do cabelo e predispõe à doença. Coma alimentos com ácido fólico, como espinafre - cru, de preferência - e frutos azedos. Margaret Lewin, diretora médica do Cinergy Health, nos EUA, aconselha tomar um suplemento com 400 mcg de ácido fólico por dia.
3. Cubra-se
As ruivas de olhos verdes facilmente se queimam e não se bronzeiam. Por isso as chances de desenvolver doenças como câncer de pele, em especial o melanoma, são grandes. "Além disso, esse grupo pode apresentar manchas na pele decorrentes da exposição solar, as famosas sardinhas", diz Regina Casz Schechtman. Assim como as loiras, aposte no chapéu e no protetor solar.
DA REVISTA WOMENS HEALTH
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mulheres independentes
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17:39
Descubra o que a cor original dos seus cabelos revela sobre a sua saúde
2011-04-23T17:39:00-03:00
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